Mostrando postagens com marcador homens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homens. Mostrar todas as postagens

12 de novembro de 2010

Alinhando o fogo e as expectativas

Eu gosto da brincar na linha de fogo. Se ele tem disposição, resolução e objetividade, eu passo. Se é curioso, obscuramente flertador e subjetivo em todos os objetivos, tô dentro.

A auto-consciência só serve para ter clareza dos desastres que essas brincadeiras fazem com meu coração. Morrer dormindo é para os iludidos.

Ou para os sortudos.

Nesses últimos dias, me perguntei muito porque as escolhas são erradas em alguns aspectos. Porque esse casou e aquele transou com uma menina na nossa viagem a dois e porque o próximo só vai querer transar mesmo. No fundo, a gente se apega muito mais ao desejo do que ao objeto que ele representa.

A linha de fogo brilha e eu ignoro. Ou gosto de pensar que ignoro. As vezes eu não deva ver mesmo. Com tanta empolgação, suspeito que só faço isso porque gosto de me queimar.

 what a lovely way to burn...

31 de outubro de 2010

Como vou explicar o que eu sinto?

"Eu torço por você". O que houve com "Eu te amo" e "Quero ficar com você"? Ou até mesmo com o "Estarei sempre ao seu lado"? Não sei qual mais difícil de digerir e ajustar a sua realidade.

Homens não tem facilidade com nenhuma das frases acima. Seja ele gay ou não. Os hetéros assumem que não é necessário. Os gays procuram justificativas para não ser necessário. E os bi simplesmente estão se lixando.

Mas todos homens estão dispostos a ouvi-las. Seja ele gay, hetero, bi ou com o livre arbítrio sexual praticado até onde não precisa. Quem ouve quaisquer uma delas bem, ou sente muito ou pouco. Quão intenso deve ser sua necessidade de afirmação ou de dedicação que não seja a sua própria.

Independente disso, cada um se dispõe a medida de amor que lhe parece satisfatório. E as frases são desnecessárias. Na maioria das vezes.

wishing, hoping, waiting...

12 de maio de 2010

Ele e Eu

Mas um dia ele, de repente, acreditou de verdade que seria forte o suficiente pra mim.

Não sei o quanto ele procura de homem em mim. E o quanto de mim procura um homem. Penso mais que ele nem imagina o quanto  eu preciso do homem nele. Seja pela fortaleza ou pela vulnerabilidade. Seja pela tranquilidade ou pela urgência.

Não estou acostumado a esforços que superem a minha vontade de agradar. Eu sou objeto e ele observador. Será que é disso que eu preciso?

Quando ele percebeu que seria o suficiente pra mim, nem minha descrença serviu de alíbi. Tive que me dedicar.

Subitamente, ele começa a precisar de mim. Depois de algum tempo, volto a ser aquele que provem. Será que eu vou ser a melhor opção, quando ele é você?

 
 Ninguém precisa de amanhã com um dia desses...

22 de abril de 2010

Homem-Embarcação

Ele é do tipo que perde toda a reputação por causa de uma mulher. Ele não entende e também não faz questão de compreender. Está em alto mar sem direcionamento. Como uma barco a deriva esperando só um ponto firme para ancorar.

Esse é o tipo de homem com quem eu invariavelmente me envolvo. O homem-embarcação. Não vale a pena ser um amigo-foda de nenhum deles. Eu nunca vou receber meu dinheiro de volta.

Você sorri até você chorar. Você chora até não poder mais. Você ama até não amar mais. Você tenta até não conseguir. Por isso, confie até desconfiar.

Não vale a pena seu coração entregar de bandeija para esse tipo de homem. Se você sabe não se apaixonar, vá em frente. Só se certifique que ele não vai ancorar em você.

...or keep that record on repeat.

12 de julho de 2009

Comendo Fora

Os detalhes por vezes representam grandes porções das receitas mais apreciadas e difundidas em todas as culturas.

Tome o homem por exemplo. É inegável o papel de braços fortes (ou firmes, para não deixar ninguém de fora) no prato principal. Além de ser indispensável as contribuições de costas largas e com presença para encorpar o caldo.

Mas o segredo de todo cozinheiro está nas calças jeans. E não é do conteúdo (ou também talvez seja) que estou falando. O diferencial é a disposição da calça, o formato que ela propicia, as sugestões que ela insinua e a vontade de comer mais que ela desperta.

what's on your plate today?

5 de junho de 2009

Apelo e apego pelo pelo (ou trava-língua cabeludo)

Com a nova regra, algumas palavras homógrafas perderam o acento. Nessa aí que o falecido pêlo perdeu também todo seu moral.

Assunto divergente nas conversas, o pelo é geralmente vetado. A maioria gosta de caras lisinhos, com pelos escassos ou milimetricamente plantados. Passo longe. Gosto mesmo de peito peludo, pernas idem e barriga com caminho da felicidade.

Ser melhor amigo dos pelos exige disciplina. Ter por perto uma máquina de cortar cabelo ajuda na manutenção rápida. Vale também a regra da clavícula: é legal seus pelos do peito começarem dela para baixo.

Não existe nada mais safado e sexy que uma barbinha por fazer. Sou adepto e amante.


Nada mais nojento que sovaco depilado. Ah, tem sim: saco e territórios vizinhos. Concordam?


Vale lembrar que sempre tem um limite.
Peludo sim, mas com pedigree.

18 de novembro de 2008

Blonde on Bond

E começa mais uma do James Bond. Anos atrás, era polêmica: o novo 007 é loiro!

Os órfãos do Pierce Brosnan torceram o nariz. Falaram muito. O que o Daniel Craig fez? Biquinho.

Agora, com a seqüência Quantum Of Solace, Daniel Craig aparece novamente bicudo e provando que foi uma escolha certa: o novo filme já arrecadou pelo mundo mais de 200 milhões de dólares.

Aqui no blog não temos problema nenhum em aceitar um 007 loiro. Inclusive, temos uma teoria. Quando os loiros são bonitos, dá até raiva, porque são bonitos com exagero. Agora, quando são feios... Não existe pessoa mais sem sal no mundo.

Cada um escolheu um loiro para representar a teoria:

Leo adora um Beck.

Luan vai de Rodrigo Hilbert.

E eu apresento a vocês: Gabriel Aubry.
Related Posts with Thumbnails