Coloque seu tênis mais confortável e sua calça bem surrada e caia na pista. Uma bela voz, uma batida pulsante e uma linha de baixo que te faz mexer sem querer. É só isso necessário. Só dançando que podemos nos sentir livres. Timidez? Tranque a porta para ninguem te ver.
E quando a porta estiver bem fechada, escute o que quiser. Porque é assim que um rapaz gay se denuncia quando escuta...
1. The Power of Good-Bye, da Madonna [Ray Of Light, 1998]: moderadamente conservador porque Madonna hoje é old fashioned mas também é referência gay. Curte muito o valor acadêmico da Madonna e tenta vender que ela não é diva gay, mas icone da cultura popular mundial [e é mesmo]
2. Overprotected, da Britney Spears [Britney, 2001]: escandalosamente descarado, gosta de rebolar vez ou outra (mesmo que seja no banheiro de casa) e dificilmente vai se segurar quando tocar uma musica dela na festa da sua tia.
3. All is Full Of Love, da Bjork [Homogenic, 1997]: alternativo, no armário e faz aquele tipo de gay misterioso que não liga muito se os outros sabem, se querem saber e se ele vai contar algum dia.
4. Heartbreaker, da Mariah Carey [Rainbow, 1998]: disfarça que gosta muito da veia hip hop da Mariah e destila comentários de que ela é muito gostosa. Sofre muito quando escuta uma balada dela e sempre coloca os hits bombantes pra ouvir no carro [Porque só isso da Mariah que presta!]
5. Beautiful, da Christina Aguilera [Stripped, 2002]: procura auto-afirmação, escuta quando se sente sozinho no mundo [se escuta sempre é pq realmente está sozinho]. Se escuta o remix, vive em alguma boate perambulando pela vida sozinho no mundo, também.
6. Crazy, da Alanis Morissette [The Collection, 2006]: escuta Alanis porque ela ajuda a liberar a raiva com vontade, acredita [intimamente] em mulheres poderosas porque a maioria delas são lésbicas (ouve Pink, Sheryl Crow e derivados - sem ser pejorativo!)
E quando a porta estiver bem fechada, escute o que quiser. Porque é assim que um rapaz gay se denuncia quando escuta...
1. The Power of Good-Bye, da Madonna [Ray Of Light, 1998]: moderadamente conservador porque Madonna hoje é old fashioned mas também é referência gay. Curte muito o valor acadêmico da Madonna e tenta vender que ela não é diva gay, mas icone da cultura popular mundial [e é mesmo]
2. Overprotected, da Britney Spears [Britney, 2001]: escandalosamente descarado, gosta de rebolar vez ou outra (mesmo que seja no banheiro de casa) e dificilmente vai se segurar quando tocar uma musica dela na festa da sua tia.
3. All is Full Of Love, da Bjork [Homogenic, 1997]: alternativo, no armário e faz aquele tipo de gay misterioso que não liga muito se os outros sabem, se querem saber e se ele vai contar algum dia.
4. Heartbreaker, da Mariah Carey [Rainbow, 1998]: disfarça que gosta muito da veia hip hop da Mariah e destila comentários de que ela é muito gostosa. Sofre muito quando escuta uma balada dela e sempre coloca os hits bombantes pra ouvir no carro [Porque só isso da Mariah que presta!]
5. Beautiful, da Christina Aguilera [Stripped, 2002]: procura auto-afirmação, escuta quando se sente sozinho no mundo [se escuta sempre é pq realmente está sozinho]. Se escuta o remix, vive em alguma boate perambulando pela vida sozinho no mundo, também.
6. Crazy, da Alanis Morissette [The Collection, 2006]: escuta Alanis porque ela ajuda a liberar a raiva com vontade, acredita [intimamente] em mulheres poderosas porque a maioria delas são lésbicas (ouve Pink, Sheryl Crow e derivados - sem ser pejorativo!)